Bem vindo visitantes !!!

Olá pra você que visita o meu blog evangelico que fala exclusivamente sobre assuntos como: A volta de Cristo, Seitas da nova era, Questões espirituais entre outros... ^^

Sinta-se a vontade no site e qualquer duvida em relação a bíblia poderá me perguntar nos comentarios que logo quando eu ver irei responder.

Sou da Igreja Batista, mas utilizo algumas imagens apenas para facilitar a aprendizagem, Não sou contra nenhuma religião todos são livres para irem a igreja que quiserem porque eu não estou aqui pra dizer que minha igreja salva as pessoas estou aqui apenas para fazer a vontade de Deus.

Uma vez eu ouvi um pastor falar uma palavra e acredito que seje verdade: você sabe quando o Brasil ganhara almas pra Jesus? R: Apenas quando as pessoas deixarem de dizer é a minha igreja que salva!

Acredito que somente atraves do senhor JESUS É QUE SEREMOS SALVOS.

Fiquem com Deus, e que Deus abençoe vocês de maneira tremenda. ^^

Bate papo cristão

O nascimento de Jesus foi o acontecimento mais significativo da História. Com Sua vinda a este mundo, confirmou-se a esperança de salvação, a promessa de luz sobre as trevas e a certeza de que Deus não se esquecera da humanidade.

Jesus, como legítimo menino judeu, foi submetido a todos os rituais exigidos pela Lei de Moisés. Acompanhando os acontecimentos iniciais de Sua vida, podemos ter uma ideia mais clara da importância deles e do cuidado extremo de Deus em fazer com que Seu próprio Filho cumprisse tudo que Ele havia ordenado ao povo de Israel.

O sacrifício de purificação de Maria

Maria e as ordenanças da Torá para mães no período pós-parto

Depois do nascimento de Jesus em Belém (relatado em Mateus 2.1ss., Lucas 2.1ss.), Maria foi considerada ritualmente impura por 40 dias segundo a lei para parturientes em Levítico 12.1-8 (veja também Lv 15.5-8). Sete dias depois de dar à luz, no final do dia, ela deveria imergir em um banho ritual. Normalmente uma pessoa que se submetia a essa cerimónia era considerada pura na noite do dia seguinte, mas no caso do parto as normas eram outras.

A parturiente somente poderia ser considerada purificada pelo banho ritual na noite do 40º dia [após o parto], ou seja, no final de um “longo dia” de 33 dias (conforme citado no Comentário de Rashi, erudito judeu, sobre Levítico 12.4).

No dia seguinte ela podia apresentar sua oferta de purificação no Templo. Para isso Maria e José se dirigiram com o bebê a Jerusalém, ao Templo do Senhor (Lucas 2.22-24): “Passados os dias da purificação deles segundo a Lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para o apresentarem ao Senhor, conforme o que está escrito na lei do Senhor: Todo primogênito ao Senhor será consagrado; e para oferecer um sacrifício, segundo o que está escrito na referida Lei: Um par de rolas ou dois pombinhos” (veja também Levítico 12.8). A Lei do Senhor ordenava: “Consagra-me todo primogênito; todo que abre a madre1 de sua mãe entre os filhos de Israel, tanto de homens como de animais, é meu” (Êxodo 13.2).

Oferta de pessoas pobres

A Torá exige que a mãe que teve um filho traga um cordeiro de um ano para o holocausto e uma rola[2] ou um pombinho[3] para o sacrifício pelos pecados (Levítico 12.6). Mas se alguém fosse muito pobre e não pudesse trazer esse sacrifício, a Lei permitia trazer apenas duas rolas ou dois pombinhos, um para o holocausto e o outro para a oferta pelo pecado (Levítico 12.8).

A palavra “rola” significa “pomba adulta”, diferente dos “pombinhos” da mesma espécie.[4]

Maria no átrio das mulheres

Maria e José viviam em pobreza, de modo que não tinham condições financeiras para apresentar os sacrifícios usuais.[5]

Maria dirigiu-se ao átrio das mulheres e depositou o valor correspondente ao seu sacrifício de aves nos gazofilácios número III e IV, que tinham a inscrição: “Ofertas de Aves” e “Pombas Para o Holocausto”.

Enquanto um sacerdote sacrificava as pombas no altar e as apresentava como sacrifício, seguindo prescrições detalhadas, Maria, depois de subir a escadaria de quinze degraus, encontrava-se diante da porta de Nicanor.[6] Como não estava trazendo sacrifícios que exigissem a imposição de mãos, ela não precisava passar pela porta que ficava ao norte, nem pela área da Shekiná (= átrio interno) para chegar ao local de sacrifício no altar.

Após a apresentação do sacrifício, Maria estava ritualmente limpa (Levítico 12.8).

Vista do átrio das mulheres
  1. Porta de Nicanor
  2. Pódio do coro do Templo e da orquestra
  3. Átrio das Colunas com os treze gazofilácios
  4. Galeria das mulheres
  5. Candelabro
  6. Câmara das Pedras de Cantaria

A mãe impura e a criança pura

Nesse contexto, prestemos atenção ao seguinte: segundo a Lei, após o nascimento a criança não era considerada impura, somente a mãe o era. Por isso, apenas a mãe tinha de ser purificada pelo banho ritual e pelos sacrifícios no Templo. Esses detalhes nas prescrições dos rituais de purificação nos trazem lições espirituais bem mais profundas: Maria era pecadora como todas as outras pessoas (Romanos 3.23). Ela também precisava de um Salvador, o que testificou maravilhosamente no seu cântico em Lucas 1 (v. 47). Somente a criança, Jesus, era imaculada e perfeita em todos os aspectos (2 Coríntios 5.21; 1 João 3.5).

Cumprimento da profecia messiânica de Malaquias relativa ao Templo

Esse foi um dia extremamente especial dentro do contexto do Plano de Salvação. Nessa ocasião cumpria-se pela primeira vez a profecia do último profeta do Antigo Testamento, que havia dito que o Messias viria “de repente” ao seu Templo (Malaquias 3.1).

A profetisa Ana no Templo

Para uma mulher judia, a visita ao átrio das mulheres era um acontecimento extraordinário. Ela não podia se aproximar do Templo além desse ponto, a não ser que o sacrifício que queria trazer ao Senhor exigisse a imposição de mãos, para o que teria de entrar pela porta das mulheres, que ficava no átrio interno ao Norte, dirigindo-se ao lugar do holocausto no altar. Quando as mulheres iam ao Templo para orar, ficavam no átrio das mulheres.

Lucas, ao relatar o nascimento de Jesus e a purificação ritual de Maria que aconteceu mais de um mês depois, fala também de uma profetisa que sempre podia ser encontrada no Templo, a viúva Ana, da tribo de Aser: “Havia uma profetisa, chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser, avançada em dias, que vivera com seu marido sete anos desde que se casara e que era viúva de oitenta e quatro anos. Esta não deixava o templo, mas adorava noite e dia em jejuns e orações. E, chegando naquela hora, dava graças a Deus e falava a respeito do menino a todos os que esperavam a redenção de Jerusalém” (Lucas 2.36-38).

Ana e o primeiro século antes de Cristo

Por ocasião do nascimento de Jesus, Ana tinha 84 anos de idade. Concluímos que ela vivenciou pessoalmente a maior parte da história emocionante e turbulenta do povo de Israel no primeiro século antes de Cristo, período marcado por forte expectativa pela vinda do Messias.

O nascimento de Ana

Ela nasceu no final do reinado de Alexandre Janeu (103-76 a.C.). Este era descendente da dinastia dos macabeus e assumiu indevidamente o título de rei. Como seu irmão Aristóbulo (104-103 a.C.), ele também transgrediu o princípio bíblico da separação de poderes e unificou o reinado e o sacerdócio, o que só deveria acontecer na pessoa do Messias.

O Monte do Templo hoje
  1. Área do Átrio das Mulheres
  2. Localização da escadaria de quinze degraus diante da Porta de Nicanor
  3. Localização do altar
  4. Localização da Porta dos Primogênitos

Invasão romana de Jerusalém

Após a morte de Janeu, Alexandra, sua viúva, assumiu o governo (76-67 a.C.). Foi uma era dourada muito breve. Os filhos de Alexandra, Hircano II (reinou em 67 e de 63 a 43 a.C.) e Aristóbulo II (67-63 a.C.) disputaram o poder, dando aos romanos pretexto para marchar sobre Jerusalém para restabelecer a ordem.

Os edomitas tomam o poder

Por volta de 47 a.C., Júlio César fez de Antipater procurador da Judéia. Mas este foi morto em 43 a.C. Seus filhos Herodes e Fasael deram continuidade à sua política. Após a vitória de Otaviano (filho adotivo de César, o futuro imperador César Augusto) sobre os inimigos de seu pai em 42 a.C. em Filipos (na Macedônia), Fasael e Herodes foram nomeados “Tetrarcas da Judéia”.

No ano de 40 a.C. a Judéia foi ocupada pelos partas. Estes fizeram de Antígono (40-37 a.C.; filho de Aristóbulo II) rei-sacerdote em Jerusalém. Em Roma, Herodes foi nomeado “Rei dos Judeus” pelo Senado.

Após três meses de sítio, Herodes conseguiu conquistar Jerusalém com tropas romanas em outubro de 37 a.C., no dia do Yom Kippur. Antígono foi executado. Começava o domínio sangrento de Esaú (através de seus descendentes, os edomitas) sobre o povo de Jacó.

O primeiro encontro com o Messias no Templo

Depois de apenas sete anos de casamento, Ana tornou-se viúva. Ela tinha uma percepção bem nítida da época em que vivia e tornou-se uma mulher de oração. O Segundo Templo era, por assim dizer, sua segunda casa, onde ela esperava pelo Consolador prometido a Israel.[7]

Depois de décadas de espera ansiosa pela interferência de Deus, ela teve o privilégio de se encontrar pessoalmente com o Messias quando este, com poucas semanas de vida, fez sua primeira visita ao Templo. Esse acontecimento, a que poucos dão atenção, tem grande significado no Plano de Salvação e causou no coração de Ana uma gratidão muito profunda para com Deus. Quando viu o bebê, ela começou a falar sobre o cumprimento das profecias messiânicas dadas pelo Senhor no Antigo Testamento a todos os moradores da cidade de Jerusalém que também esperavam pelo Salvador prometido .[8]

Na Porta dos Primogênitos

A apresentação dos filhos primogênitos

Depois do nascimento do Salvador em Belém, Maria estava ritualmente impura por mais de um mês. Ela teve de purificar-se através de um banho de imersão e através dos sacrifícios prescritos na Lei.

No 41º dia após o nascimento, ela, José e o menino vieram ao Templo em Jerusalém para apresentar os sacrifícios exigidos em Levítico 12.

Esse momento era oportuno para resgatar o filho primogênito através do ritual de Pidjon Ha-Ben (em hebraico significa resgate do filho).[9]

O significado da primogenitura em Israel

Para entender o significado desse procedimento, são necessárias algumas observações prévias:

Após a execução do juízo divino sobre os primogênitos egípcios, o Senhor declarou propriedade especial Sua todos os primogênitos israelitas, uma vez que estes haviam sido poupados por causa do sangue do cordeiro, imolado em seu lugar. A partir de então, os filhos mais velhos passaram a ser consagrados para o ministério do Senhor.[10]

A tribo de Levi em lugar dos primogênitos

Depois de ter recebido oralmente a lei no monte Sinai, a nação de Israel falhou tragicamente ao adorar o bezerro de ouro (Êxodo 32). Nessa situação de crise, a tribo de Levi demonstrou especial fidelidade e dedicação a Deus (Êxodo 32.26-29). Em razão dessa atitude, o Deus Eterno elegeu essa tribo para exercer o sacerdócio e para ministrar no santuário, ocupando a posição que era dos primogênitos de todas as doze tribos de Israel (Números 3.12; 8.16,18).[11] Os primogênitos dos levitas não precisavam ser resgatados logo após seu nascimento, mas os primogênitos das outras onze tribos tinham de ser resgatados por cinco siclos de prata. Esse valor destinava-se ao sustento dos sacerdotes. O resgate podia ser efetuado a partir do 31º dia após o nascimento (Números 18.16). Porém o dia específico para esse ritual não é definido pela Torá.

O dinheiro do resgate

Esse ritual é praticado ainda hoje no judaísmo. Nos Estados Unidos é costume dar os cinco siclos na forma de cinco dólares de prata. A prática de hoje é como naquela época: os pais escolhem o sacerdote que receberá o dinheiro e proferirá a bênção sobre o recém-nascido.

Maria e José cumpriram as duas ordenanças na mesma oportunidade: a apresentação do primogênito e a purificação da mãe após o parto. Assim, no 41º dia de vida do menino Jesus, realizaram os dois rituais exigidos pela Lei de Moisés.

Entrada pela porta do meio

O texto de Lucas diz que os pais levaram o menino a Jerusalém e o apresentaram ao Senhor. Por onde eles entraram para cumprir o mandamento do Pidjon-Ha-Ben?

Sabemos que a porta do meio da edificação de acesso ao Templo no lado Sul do átrio era chamada de “Porta dos Primogênitos(sha’ar ha-bekhoroth).[12] Portanto, Maria e José vieram do Sul e subiram pelas escadas, entrando pela porta do meio em direção à área da Shequiná.

O Messias nos braços do sacerdote

No mesmo dia em que Maria e José tinham de cumprir suas obrigações no Santuário, Simeão o Justo também veio ao Templo. Na Porta dos Primogênitos ele tomou o menino nos braços – como se costumava fazer por ocasião do resgate dos primogênitos. Seguramente Simeão era um sacerdote que, movido pelo Espírito Santo, veio ao Templo justamente nesse momento, tendo a oportunidade de praticar com o Messias a cerimônia de Pidjon Ha-Ben. Ele já havia esperado com muita ansiedade a chegada do Salvador prometido, e foi o escolhido para cumprir a tarefa sacerdotal de resgatar o primogênito (Lucas 2.22-35).

Viagem a Jerusalém

“Passados os dias da purificação segundo a Lei de Moisés,[13] levaram-no a Jerusalém para o apresentarem ao Senhor, conforme o que está escrito na Lei do Senhor: Todo primogênito[14] ao Senhor será consagrado [Êxodo 13.2]; e para oferecer um sacrifício, segundo o que está escrito na referida Lei: Um par de rolas ou dois pombinhos” [Levítico 12.8] (Lucas 2.22-24).

Simeão o Justo

“Havia em Jerusalém um homem chamado Simeão; homem este justo e piedoso que esperava a consolação de Israel;[15] e o Espírito Santo estava sobre ele. Revelara-lhe o Espírito Santo que não passaria pela morte antes de ver o Cristo do Senhor. Movido pelo Espírito, foi ao templo...” (Lucas 2.25-27a).

Oração na Porta dos Primogênitos

“...e, quando os pais trouxeram o menino Jesus para fazerem com ele o que a Lei ordenava, Simeão o tomou nos braços e louvou a Deus, dizendo: Agora, Senhor, podes despedir[16] em paz o teu servo, segundo a tua palavra; porque os meus olhos já viram a tua salvação,[17] a qual preparaste diante de todos os povos: luz para revelação aos gentios, e para glória do teu povo Israel. E estavam o pai e a mãe do menino admirados do que dele se dizia” (Lucas 2.27b-33).

Bênção sobre os pais

“Simeão os abençoou e disse a Maria, mãe do menino: Eis que este menino será destinado tanto para ruína como para levantamento de muitos em Israel e para ser alvo de contradição (também uma espada traspassará a tua própria alma), para que se manifestem os pensamentos de muitos corações” (Lucas 2.34-35).

O menino não recebeu bênção

Que singular cerimônia de Pidjon Ha-Ben! Normalmente o sacerdote designado para proferir a bênção abençoava a criança. Simeão, propositalmente, não o fez. Em lugar da criança ele abençoou os pais (Lucas 2.34). Ele estava observando o princípio espiritual expresso em Hebreus 7.7: “Evidentemente, é fora de qualquer dúvida que o inferior é abençoado pelo superior”.

O velho Simeão não tinha o direito de abençoar o Messias. Diante de Deus, ele era inferior ao menino de 41 dias de idade, pois este era o eterno Filho de Deus que se tornara homem. Maria e José, sim, podiam ser abençoados por ele. Maria, como mãe de Jesus, e José como pai de criação do Messias, eram pessoas normais como todos nós. Eles simplesmente haviam sido escolhidos pelos desígnios soberanos de Deus para realizar tarefas específicas.

A Torá exige que a mãe que teve um filho traga um cordeiro de um ano para o holocausto e uma rola ou um pombinho para o sacrifício pelos pecados (Levítico 12.6).

O Messias e o sacerdócio levítico

Os cinco siclos de prata entregues a Simeão, que certamente iria morrer em breve, foram a contribuição do Messias com o sacerdócio levítico, que por sua vez era uma sombra do futuro ministério messiânico, que viria a ter nEle seu cumprimento pleno.

O Messias nasceu para morrer. Na cruz Ele iria oferecer a Si mesmo como sacrifício, para nos resgatar sem o uso de “coisas corruptíveis, como prata ou ouro... mas pelo [Seu] precioso sangue” (1 Pedro 1.18-19).

A identificação de Jesus com Seu próprio povo, sua submissão aos rituais e ordenanças da Lei, tudo isso nos comove e enche nosso coração de gratidão. Ele se identifica conosco, sabe quem somos, conhece nossas dores e nossos anseios. Neste tempo de Natal, só nos resta agradecer de todo o coração a Ele, por ter se feito homem por nós e por ter assumido como Sua a nossa culpa.

(Dr. Roger Liebi - http://www.beth-shalom.com.br/artigos/festa_de_natal.html)

MALAQUIAS 03:

1 EIS que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim; e de repente virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais; e o mensageiro da aliança, a quem vós desejais, eis que ele vem, diz o SENHOR dos Exércitos.

Ola irmãos chegou agora...


Para todos o Chat do pastor de Silas Malafaia entrem neste chat você poderá:
1-Tirar suas duvidas sobre algumas questões biblicas;
2-Ajudaremos vocês em algumas áreas espirituais como orações;
3-Falar dos lugares e informações tudo sobre o pastor Silas Malafaia;
4-Fazer amigos no chat;
5-Chamar o julio de plebeu^^
6-Falar sobre as seitas que estão ocorrendo sobre o Brasil a qual não sabemos;
7-Ajudar Silas no seu programa para que ele nunca saia do ar e que continue pregando o evangelho cada dia mais e mais e continue sendo abençoado por Deus.
E muito mais...
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Entrem e venha nos conhecer estaremos te esperando^^
Qualquer duvida nos envie um comentario que nos rapidamente nos comunicaremos por email^^Fiquem com Deus^^


Bom, agora vamos falar não precisamente o sabado mas sim a lei toda vamos ver o que a bíblia nos revela sobre os mandamentos:

Jesus veio cumprir os mandamentos (Leis, preceitos, ordenanças, estatutos, decretos, conselhos) do Pai ao quais nunca, nenhum homem, foi capaz de guardar. Uma vez tendo cumprido estes mandamentos Jesus foi feito Senhor e Cristo, glória eterna lhe foi dada e foi entronizado tendo-lhe sido concedida pelo Pai a prerrogativa de governar os seus não segundo os mandamentos já cumpridos, mas segundo novo(s) mandamento(s)... É o que nos revela João:

(Jo 13.34) Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.

(Jo 14.15) Se me amais, guardai os meus mandamentos.

(Jo 14.21) Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele.

(Jo 15.10) Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor.

(Jo 15.12) O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.

Aquele que está em Cristo é uma nova criatura (Nova Criação) e as coisas velhas (más ou boas) já passaram. De fato aquele que está em Cristo, aos olhos de Deus (segundo a visão jurídica celestial) morreu e agora vive em ressurreição. Quem morreu está desobrigado de guardar qualquer lei que seja, pois a lei foi decretada para os que vivem:

(Rm 7.1) NÃO sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive?

(Rm 7.2) Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido.

(Rm 7.3) De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro marido; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se for de outro marido.

(Rm 7.4) Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais de outro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus.

De que Lei Paulo fala aqui? De leis cerimoniais? Tradições rabínicas?

De jeito nenhum.

Para não ficar dúvida sobre de qual Lei Paulo diz que “morremos para a Lei”, fica esclarecido no mesmo contexto por meio de um exemplo:

Rm 7.7 Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: NÃO COBIÇARÁS


Qual a Lei que diz: “NÃO COBIÇARÁS?”

É a lei dos 10 mandamentos, escrita nas tábuas de pedra:

(Ex 20.17) Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.


Paulo então defende que morremos para a Lei, a velha lei dos mandamentos, dados pelo Pai e jamais cumpridos por homem algum, excetuando-se Cristo:

(Gl 2.19) Porque eu, pela lei, estou morto para a lei, para viver para Deus.


Temos daí que vivendo em ressurreição esperamos diretamente em Cristo por meio de seu Espírito, que nos guia, qual seja o seu mandamento vivo. Sua lei viva, pulsando em nossos corações, sendo gravada em nossa mente a cada instante. Não na forma de letras impressas ou gravadas, fixas em pedras, mas na forma de um constante falar do Espírito Santo ao nosso coração. Sempre nos dizendo a cada momento qual deve ser nossa atitude em cada situação - enfim, aquilo que Paulo chama de andar no Espírito, ser guiado pelo Espírito, viver no Espírito e cumprir assim a Lei de Cristo que é em vida e em novidade de espírito.

(I Co 9.21) Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas (debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei

(Gl 6.2) Levai as cargas um dos outros, e assim cumprires a lei de Cristo
.

A Lei de Cristo é a Lei da Liberdade

(Tg 1.25) Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito.

(Tg 2.12) Assim falei, e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade


Num maravilhoso texto bíblico Paulo esclarece sobre esta lei viva da liberdade no Espírito Santo mostrando como ela substitui a velha aliança e o velho testamento escrito na pedra, ministério da condenação, ministério da morte e Paulo magnificantemente nos conduz até nos fazer ver que a Liberdade onde entramos por meio do Espírito se refere a contemplar a Cristo, de modo espiritual, constantemente, ao ponto de sermos transformados, sim mudados, momento a momento, mudando e sendo transformados interiormente mediante este contemplar em fé.

Veja como Paulo caminha desde o que era antes (letras, véus, ministérios humanos, capacidades humana) até o que é agora (contemplar a Cristo, ter liberdade no Espírito, não ser capaz sequer de pensar algo como se procedesse de nós mesmos, mas aguardar perante a face de Cristo, a suficiência, capacitação, que vem de Deus):


(II Co 3.3) Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.
(II Co 3.4) E é por Cristo que temos tal confiança em Deus;

(II Co 3.5) Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus,

(II Co 3.6) O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica.

(II Co 3.7) E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória,

(II Co 3.8) Como não será de maior glória o ministério do Espírito?


(II Co 3.9) Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça.

(II Co 3.10) Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por causa desta excelente glória.

(II Co 3.11) Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece.

(II Co 3.12) Tendo, pois, tal esperança, usamos de muita ousadia no falar.


(II Co 3.13) E não somos como Moisés, que punha um véu sobre a sua face, para que os filhos de Israel não olhassem firmemente para o fim daquilo que era transitório

(II Co 3.14) Mas os seus sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do velho testamento, o qual foi por Cristo abolido;

(II Co 3.15) E até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles.

(II Co 3.16) Mas, quando se converterem ao Senhor, então o véu se tirará.

(II Co 3.17) Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.

(II Co 3.18) Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.

O Cristão ainda pode optar por ficar na caducidade da letra e naquilo que era transitório e naquilo de fato foi abolido...


Mas perderá muito em termos de liberdade e de ser transformado de glória em glória.

Irmãos se vocês estão numa seita como essa vejam a bíblia e olhe tudo o que foi escrito se quiserem ver mais leiam o livro de Gálatas pois tambem fala sobre a lei.
A paz de Cristo para todos fiquem com Deus amém.

Oi gente sei que estou a muito tempo sem atualizar mas agora vou trazer atualizações acerca de varias Seitas que existem hoje mas nós nunca reparamos a primeira Seita é...


A IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA

Apresentamos abaixo mais alguns 'dados e fatos que surpreendem os adventistas': têm que ver com a composição e divulgação de quatro importantes obras da Sra. Ellen G. White: Primeiros Escritos, O Conflito dos Séculos, O Desejado de Todas as Nações e Atos dos Apóstolos.

A Bíblia - Inerrante ou Não para a IASD?

Retumba nos meios "internéticos" que a IASD está preparando uma refutação aos meus questionamentos, e que até desejariam entrar com ações exigindo o direito de resposta. Convidaria a IASD a processar Walter Rea, ex-pastor adventista, que provou ser Ellen G. White uma copiadora ou plagiadora de mão cheia. Ele publicou seu livro chamado The White Lie (A Mentira Branca) para escancarar os plágios que a pitonisa de En-dor moderna cometeu em dezenas de seus escritos. Assim, ela é uma profetiza que falhou. Uma escritora inspirada por suas próprias motivações, porque se fosse realmente inspirada pelo Espírito Santo de Deus, não teria feito o que fez, e muito menos errado. Mas por que estamos falando de Ellen G. White e a inspiração bíblica? Em primeiro lugar, a IASD ensina que os Escritos de Ellen G. White têm o mesmo grau de inspiração da Bíblia.

"Cremos que Ellen White foi inspirada pelo Espírito Santo, e seus escritos, o produto dessa inspiração, tem aplicação e autoridade especial para os adventistas do sétimo dia. Negamos que a qualidade ou grau da inspiração dos escritos de Ellen White sejam diferentes dos encontrados nas Escrituras Sagradas." - Revista Adventista, Fevereiro de 1984, pág. 37.

Então, como está mais do que provado que Ellen G. White fracassou em seus escritos por copiar dos outros e receber a fama de profetiza, o que realmente torna sua autoridade de profetiza questionável, a IASD se vê obrigada a ensinar que a Bíblia contém erros. Será que apenas ouvimos isso de um equivocado membro adventista e estamos generalizando, ou temos provas concretas de que a IASD realmente admite que haja erros na Bíblia, e não só isso, que os próprios escritores (não copistas) erraram ao escrever a Bíblia? Vamos aos fatos. O livro Nisto Cremos da IASD afirma as lindas palavras a seguir:

"A Bíblia tem sido preservada com estupenda e miraculosa precisão, a despeito de todas as tentativas de destruí-la. A comparação dos manuscritos do Mar Morto com manuscritos de elaboração posterior demonstra o cuidado com que ela foi transmitida. Isso confirma a fidedignidade e confiabilidade das Escrituras como sendo a infalível revelação da vontade de Deus." - Nisto Cremos - As 28 Crenças Fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia, página 20, CPB, Tatuí, SP, 8ª Edição.

A princípio, um belo comentário defensor da inspiração bíblica, fiel e autêntica. E como a IASD entende o processo de copiar os escritos originais e transmiti-los no decorrer das eras, até os nossos dias? Será que Deus protegeu a transmissão do texto sagrado? Veja a resposta:

"Até que ponto teria Deus protegido a transmissão do texto sem garantir que as mensagens continuavam sendo verdadeiras e válidas? Torna-se claro, a partir da condição dos originais antigos, que Deus não protegeu Suas mensagens de leituras diferentes ou variadas, desde que as idéias e verdades essências fossem preservadas." - Nisto Cremos - As 28 Crenças Fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia, página 20, CPB, Tatuí, SP, 8a. Edição.


No texto acima, a IASD mostra que crê que as idéias e verdades essenciais foram preservadas, mas Deus não protegeu essa transmissão de textos originais através de cópias de erros. Isso é verdade, pois muitos tentaram modificar as Escrituras, mas a comparação de cópias permitiu que a Bíblia chegasse até nós substancialmente como foi escrita. Até aí, estamos juntos com os Adventistas do Sétimo Dia, apenas com uma ressalva: Será que Deus, de alguma forma, sem que fosse inspiração, não teria usado algum meio para que sempre pudéssemos chegar aos versículos originais através da comparação de cópias? Mas o problema surge quando a IASD, no afã desesperado de defender a sua profetiza que voava com asas nas costas para um planeta de sete luas, aonde ela teria se encontrado com o bom Enoque, afirma que até mesmo o escritor inspirado da Bíblia poderia errar. Será que ouvimos isso de um único adventista que sofreu um grande desapotamento por seu time ter perdido a final do campeonato paulista, e falou, por isso, uma besteira? Não! Vamos às provas. Um dos livros recentes editados pela Casa Publicadora Brasileira (Adventista) afirma o seguinte:

"Um dos problemas óbvios enfrentados pelos que crêem na inspiração verbal é o que fazer ao traduzir a Bíblia do hebraico ou aramaico do Antigo Testamento ou do grego do Novo Testamento, para outras línguas. Outro problema é Mateus 27:9, 10, onde o evangelista faz uma referência a Jeremias em vez de a Zacarias (11:12) como fonte do Antigo Testamento para uma profecia messiânica. Isso pode ter sido um erro do copista. Mas se o erro foi do próprio Mateus, é um equívoca humano que qualquer professor ou pastor pode cometer, um equívoco que não causa problema para os defensores da inspiração de pensamento. Por quê? Porque os defensores da inspiração de pensamento entendem o que Mateus queria dizer." - DOUGLAS, Hebert E. Mensageira do Senhor - O Ministério Profético de Ellen Gould White, página 16. Tatuí, SP. CPB. 3a. Edição, 2003.


Perceba que a IASD faz uma diferença entre inspiração verbal e inspiração de pensamento. A inspiração verbal seria Deus ditar palavra por palavra aos escritores. A IASD não aceita esse tipo de inspiração. Ela prefere a inspiração de pensamento. Seria como se Deus desse o pensamento ao escritor bíblico para que discorresse esse pensamento inspirado em suas próprias palavras. Mas se relermos o texto acima, veremos que essa postura da IASD é errônea, e permite que mesmo sob inspiração do Espírito Santo de Deus, o escritor bíblico cometa erros. O interessante é que o texto acima faz parte de um livro que, dentre outras finalidades, busca comprovar Ellen G. White como profetiza cujos escritos foram inspirados por Deus. Assim, se o escritor da Bíblia errou, Ellen G. White poderia ter errado também, mesmo inspirada por Deus.

Os cristãos consideram óbvio que o Espírito Santo respeitou o estilo de escrita do autor, permitiu que o autor escolhesse palavras para narrar um fato, e até mesmo dar o seu ponto de vista, mas jamais esse autor estaria errado ou cometeria um equívoco. Com essa crença errônea dos adventistas do sétimo dia, eles defendem que o profeta foi inspirado, mas não suas palavras. (Nisto Cremos, página 15) Mas a questão é: Se a Bíblia é a infalível Palavra de Deus, e os homens escreveram movidos pelo Espírito de Deus (2 Pedro 1:21), então como admitir que as palavras também não foram inspiradas? Se Deus inspirasse um pintor para pintar uma casa, Ele certamente respeitaria o jeito do pintor pintar, mas permitiria Deus que o tal pintor deixasse falhas e erros? Que os adventistas pensem melhor na terrível heresia que andam ensinando apenas para defender uma profetiza sem crédito perante Deus.

Além dessas tentativas fracassadas de justificar as falhas de Ellen G. White, a IASD tenta preparar o leitor que Ellen G. WHite usou corretamente partes de livros de autores de sua época. Por exemplo, o Livro Mensageira de Deus, da IASD, afirma sobre as diferenças de estilo de escrita entre 1 e 2 Pedro, na língua grega:

"A diferença entre a primeira epístola de Pedro e a segunda é tão óbvia que a autoria de Pedro, de uma ou de ambas as cartas, tem sido questionada. Allan A. McRae observou: "Não podemos descartar a idéia de que um escritor possa, ocasionalmente, haver transmitido a um assistente a idéia geral do que ele queria, dizendo para colocar isso na forma escrita. [...] Esse assistente podia então ter registrado as idéias de Pedro em seu estilo, efetuando depois as alterações sugeridas por Pedro." - DOUGLAS, Hebert E. Mensageira do Senhor - O Ministério Profético de Ellen Gould White, página 15. Tatuí, SP. CPB. 3a. Edição, 2003.

Então, os adventistas do sétimo dia admitem que Pedro usou um amanuense, ou assistente. João Calvino defendia esse ponto de vista, mas não para preparar seus leitores a crer que um suposto profeta contemporâneo a ele poderia usar material escrito pelos outros (no caso, acima o assistente de Pedro) e depois o que levaria a fama de inspirado (Pedro) fizesse algumas alterações. E se assim fosse, que espécie mais esdrúxula de inspiração seria está? Para que fazer alterações num texto inspirado? Só na teologia da IASD.


Conclusão

Se a Igreja Adventista do Sétimo Dia não sabe explicar o motivo pelo qual Mateus disse que foi Jeremias quem disse as palavras (27:9, 10) quando na verdade foram ditas por Zacarias (11:12), explico: A referência feita por Mateus a Jeremias se deve ao fato de que esse profeta aparecia em primeiro lugar entre os livros proféticos. Ele fez a citação sob o nome daquele que figurava em primeiro lugar entre esses livros, ao invés de identificar exatamente o autor dessas palavras.

Desejamos aos Adventistas de Sétimo Dia que se libertem desse jugo chamado Ellen G. White. Eles são pessoas estudiosas, e graças a Deus têm surgido movimentos de adventistas que já se libertaram desses embustes. EG White era tão imaginativa e seus admiradores tão entusiasmados em acreditar nela, que chegam a ponto de dizer:

"Ela muitas vezes 'visitava' diversas instituições, reuniões de comissão, famílias em seus lares e pessoas que pensavam não estar sendo observadas por 'ninguém'." - DOUGLAS, Hebert E. Mensageira do Senhor - O Ministério Profético de Ellen Gould White, página 138. Tatuí, SP. CPB. 3ª Edição, 2003.


Segundo essas palavras, EG White tinha o dom de ser transladada, ou visitava em espírito lugares em que as pessoas não a viam. Para quem crê nesse tipo de profecias, não é absurdo que creiam que Mateus errou, que os profetas eram inspirados, mas não as palavras deles (o problema é que a Palavra é de Deus, não deles). Assim, oremos por esse pessoal tão gentil, para que se convertam ao Jesus da Bíblia e se livrem de impostores como Ellen G. White.


Depois falaremos de outro assunto...


Vamos começar agora um estudo para falar sobre as seitas desses ultimos dias. Primeiro vamos saber:

Definindo uma Seita

Todas as pessoas têm o direito de professar a religião de sua escolha. A tolerância religiosa é extensiva a todos. Isso não significa, porém, que todas as religiões sejam boas. Nos dias de Jesus havia vários grupos religiosos: os saduceus (At. 5.17) e os fariseus (At 15.5). Os dois grupos tinham posições religiosas distintas (At 23.8). Mesmo assim, Jesus não os poupou, chamando-os de hipócritas, filhos do inferno, serpentes, raça de víboras (Mt 23.13-15,33). O Mestre deixou claro que não aceitava a idéia de que todos os caminhos levam a Deus. Ele ensinou que há apenas dois caminhos: o estreito, que conduz à vida eterna, e o largo e espaçoso, que leva à destruição (Mt 7.13,14).

Os apóstolos tiveram a mesma preocupação: não permitir que heresias, falsos ensinos, adentrassem na igreja. O primeiro ataque doutrinário lançado contra a Igreja foi o legalismo. Alguns judeus-cristãos estavam instigando novos convertidos à prática das leis judaicas, principalmente a circuncisão. Em Antioquia havia uma igreja constituída de pessoas bem preparadas no estudo das Escrituras (At 13.1), que perceberam a gravidade do ensino de alguns que haviam descido da Judéia e ensinavam: Se não vos circuncidardes segundo o costume de Moisés, não podereis ser salvos (At 15.1). Tais ensinamentos eram uma ameaça à Igreja. Foi necessário que um concílio apreciasse essa questão e se posicionasse. Em Atos 15.1-35 temos a narrativa que demonstra a importância de considerarmos os ensinos que contrariam a fé cristã. Outras fontes ameaçam a Igreja. Dentre elas, destacamos a pluralidade religiosa.

PLURALIDADE RELIGIOSA

A pluralidade religiosa não é exclusiva dos tempos de Jesus. Atualmente existem milhares de seitas e religiões falsas, as quais pensam estar fazendo a vontade de Deus quando, na verdade, não estão. Há dez grandes religiões principais: Hinduísmo, Jainismo, Budismo e Siquismo ( na Índia); Confucionismo e Taoísmo (na China); Xintoísmo (no Japão), Judaísmo (na Palestina), Zoroastrismo (na Pérsia, atual Irã) e Islamismo (na Arábia). Nessa lista, alguns incluem o Cristianismo. Além disso, existem mais de dez mil seitas (ou subdivisões dessas religiões), estando seis mil localizadas na África, 1200 nos Estados Unidos e o restante em outros países. Para efeitos didáticos, o Instituto Cristão de Pesquisas classifica assim as seitas:

Secretas: Maçonaria, Teosofia, Rosa-crucianismo, Esoterismo etc.

Pseudocristãs: Mórmonismo, Testemunhas de Jeová, Adventismo do Sétimo Dia, Ciência Cristã, A Família (Meninos de Deus) etc.

Espíritas: Kardecismo, Legião da Boa Vontade, Racionalismo Cristão etc.

Afro-brasileiras: Umbanda, Quimbanda, Candomblé, Cultura Racional etc.

Orientais: Seicho-No-Iê, Messiânica Mundial, Arte Mahikari, Hare-Krishna, Meditação Transcendental, Unificação (Moonismo), Perfeita Liberdade etc.

Enquanto essas e outras seitas se multiplicam, e seus guias desencaminham milhões de pessoas, os cristãos permanecem indiferentes, desatentos à exortação de Judas 3: combater pela fé uma vez entregue aos santos.


PORQUE ESTUDAR AS FALSAS DOUTRINAS ?

Muitos perguntam por que se deve estudar as falsas doutrinas. Para esses, seria melhor a dedicação à leitura da Bíblia. Certamente devemos usar a maior parte de nosso tempo lendo e estudando a Palavra de Deus, porém essa mesma Palavra nos apresenta diretrizes comportamentais relacionadas aos que questionam nossa fé. Assim sendo, apresentamos as razões para o estudo das falsas doutrinas:

1ª Defesa própria: Várias entidades religiosas treinam seus adeptos para ir, de porta em porta, à procura de novos adeptos. Algumas são especializadas em trabalhar com os evangélicos, principalmente os novos convertidos. Os cristãos devem se informar acerca do que os vários grupos ensinam. Só assim poderão refutá-los biblicamente (Tt 1.9);

2ª. Proteção do rebanho: Um rebanho bem alimentado não dará problemas. Devemos investir tempo e recursos na preparação dos membros da Igreja. Escolas bíblicas bem administradas ajudam nosso povo a conhecer melhor a Palavra de Deus. Um curso de batismo mais extensivo, abrangendo detalhadamente as principais doutrinas, refutando as argumentações dos sectários e expondo-lhes a verdade será útil para proteger os recém convertidos dos ataques das seitas;

3ª Evangelização: O fato de conhecermos o erro em que se encontram os sectários nos ajuda a apresentar-lhes a verdade de que necessitam. Entre eles se encontram muitas pessoas sinceras que precisam se libertar e conhecer a Palavra de Deus. Os adeptos das seitas também precisam do Evangelho. Se estivermos preparados para abordá-los e demonstrar a verdade em sua própria Bíblia, poderemos ganhá-los para Cristo;

4ª Missões: Desempenhar o trabalho de missões requer muito mais que deslocar-se de uma região para outra ou de um país para outro. Precisamos conhecer a cultura onde vamos semear o Evangelho. Junto à cultura teremos a religiosidade nativa. Conhecer antecipadamente tais elementos nos dará condições para alcançá-los adequadamente.

Uma objeção levantada por alguns é esta: Não gosto de falar contra outras religiões. Fomos chamados para pregar o Evangelho. Concordamos plenamente, todavia lembramos que o apóstolo Paulo foi chamado para pregar o Evangelho e disse não se envergonhar dele (Rm 1.16). Disse também que Cristo o chamou para defender esse mesmo Evangelho (Fp 1.16).

A objeção mais comum é a seguinte: Jesus disse para não julgarmos, pois com a mesma medida que julgarmos, também seremos julgados. Quem somos nós para julgar ? Ora, o contexto mostra que Jesus não estava proibindo todo e qualquer julgamento, pois no versículo 15, ele alerta: acautelai-vos dos falsos profetas. Como poderíamos nos acautelar dos falsos profetas se não pudéssemos identificá-los? Não teríamos de emitir um juízo classificando alguém como falso profeta? Concluímos, portanto, que há juízos estabelecidos em bases corretas, mas, para isso, é preciso usar um padrão correto de julgamento e, no caso, esse padrão é a Bíblia (Is 8.20). Há exemplos nas Escrituras de que nem todo juízo é incorreto. Certa vez Jesus disse: julgaste bem (Lc 7.43). Paulo admitiu que seus escritos fossem julgados (1 Co 10.15). Disse mais: O que é espiritual julga bem todas as coisas (1 Co 2.15).


(Atenção esse todo esse material Escrito não foi retirado do livro da foto acima esse conteudo foi tirado do site: http://www.cacp.org.br , mas os proximos assuntos falando das seitas esta sendo retirado do livro Seitas proféticas)

Proteção?Qual?

Veja a incoerencia humano em protejer mato, bicho,capim, mico leão dourado mas não se protege o ser humano.

Assista o video Que Deus te abençoe...




Seria O aborto um processo Seguro?

Veja as consequências do aborto:


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